Tapa buraco deixa as ruas de Quixadá ainda mais degradantes
Fazendo Direito
Por Jackson Perigoso Ter, 03 de Agosto de 2010 06:12
Brincadeira de criança como é bom!
O que deveria servir para minimizar a problemática calamidade nas ruas da maior cidade do Sertão Central tem deixado os motoristas e motociclistas ainda mais raivosos. A cada dia ruas da cidade recebem mais buracos e menos asfaltos de qualidade, mas alguém resolveu agir e tentar “cobre o sol com a peneira”.
Para verificar como estão ficando os asfaltos na Rua Rodrigues Júnior uma das mais movimentadas da cidade basta verificar nas fotos e constatar como em Quixadá as coisas estão sendo realizadas sem controle da gestão municipal que não tem fiscalizado as operações implantadas pela empresa responsável pela execução do Saneamento básico na cidade.





Passar em um concurso e ter que ficar sob a custódia de administradores
Desde a antiguidade o homem busca através de normas e leis estabelecer o equilíbrio na sociedade. Algumas vezes o bom-senso e a razão não são suficientes para sensibilizar pessoas e governantes. É preciso viver na prática a essência de atuar e agir em prol daqueles que esperam nas leis o cumprimento e a perfeita sinergia entre direitos e deveres. De modo destacado, o governo federal fez, e vem fazendo, vultosos investimentos em possibilitar que muitos brasileiros e brasileiras estudem Medicina em países de língua latina, especialmente em Cuba. Por outro lado, o sonho de praticar a profissão esbarra na vaidade de alguns professores e professoras que, revestidos de “deuses e deusas”, não convalidam os respectivos diplomas. São os conhecidos colegiados de cursos das universidades públicas, que, composto por “titulados seres” mostram-se inoperantes em tentar resolver o problema social da saúde pública. Seus membros se intitulam “juízes” e barram o procedimento de regularização dos diplomas conseguidos no exterior. Situação real e anacrônica. No momento em que vivemos a globalização, que permuta cientifica e cultural se fazem on-line, ainda há resquícios de alguns “doutores” em Universidades em querer a realidade longe do que seja plausível. Ora, o curso de medicina em Cuba é sim um modelo de prevenção muito interessante para os países como o Brasil, que vive o ressurgimento de doenças tropicais, algumas de caráter epidêmico, como tuberculose, dengue, febre amarela, sífilis e tantas outras. A negativa de algumas Universidades Públicas na convalidação dos diplomas aos recentes profissionais é muito mais uma insegurança profissional por parte dos que não querem a boa e importante competitividade. A medicina não pode ser um mercado e não deve permitir o corporativismo. Aos “médicos medrosos” que, por vezes, se vestem de beca e capelo, julgam a improcedência e a decência dos diplomas conseguidos em boas universidades fora do Brasil, resta somente aplicar a Lei, ou melhor, o rigor da lei. Por isso, este ato de convalidação dos diplomas obtidos no exterior, precisa ser motivado pelo legislativo, pois se deixarmos para o executivo jamais haverá avanço. Quando alguns seres humanos, de referida classe, mortais como todos, ainda insistem em prevaricar o bem-estar da população pela ganância em não dividir benefícios, está na hora de ações legais. A lei também serve para quem persiste no mau-senso.
Um poder que degrada o legislativo e que deixa uma população envergonhada!
Sem dúvida o verdadeiro brasileiro, pode ser o mais apaixonado torcedor da seleção brasileira!
Vergonha e falta de responsabilidade possivelmente são as duas palavras mais bem utilizadas na hora de falar sobre o enorme buraco a céu aberto próximo à Faculdade Católica Rainha do Sertão.