Contatos@revistacentral.com.br ou (88) 3412-3125 / 9914-6853 / 9268-4908
Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. <!-- document.write( '</' ); document.write( 'span>' ); //--> Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. <!-- document.write( '</' ); document.write( 'span>' ); //-->

Busca


Receba por email

Receba grátis nossas manchetes!

Nome:

Email:

Leitores Online

Nós temos 157 visitantes online

Código de Conduta

Siga

twitter-vec

Fonte da Noticia

Opinião do leitor

Comportamento de gestor com direito a reeleição

Opinião do leitor

Cid_Quixada_aeroportoCom o advento da mudança na Constituição Federal que garante a reeleição dos prefeitos, governadores e presidente, mais precisamente nos governos de Estado e Municipal, tenho observado que os gestores em primeiro mandato buscam prolongar aquela velha versão dos chefes de executivos, de que, de praxe, os primeiros seis meses são para arrumar a casa.

No governo do Cid Gomes, esses seis meses de arrumação de casa, passou para um ano no tocante as obras de pequeno porte, dois anos, as de médio porte e de três, as obras de grande porte. É exatamente o que observamos e citamos como exemplo, o que acontece em Quixadá. O governador Cid Gomes, fez sim obras no município ao longo de seu primeiro mandato nas escalas que citei, inegavelmente fez, construiu no município e assim em outros do Estado.

Penso que no segundo mandato, a estratégia de gestão de Cid Gomes passará por mudanças, não muito profundas, os municípios serão beneficiados num prazo de tempo mais curto, visto que não terá direito mais a candidatar-se e nem precisa arrumar a casa, pois o governo é continuado e terá interesse em concluir todas as obras dentro da sua própria gestão. Assim sendo, imagina-se que as obras prometidas no seu discurso em Quixadá, serão tratadas já nos primeiros meses do seu segundo mandato, ficando para o  seu sucessor, quem sabe, raras obras em andamento.

 

Ronda do Quarteirão em Quixadá tem aprovação que chega a 70,3%

Opinião do leitor

Ronda_quixadaDurante 15 dias o site Revista Central lançou uma enquete consultando os seus leitores sobre a atuação dos policiais do Programa comunitário Ronda do Quarteirão na cidade de Quixadá – Sertão Central. Na opinião dos leitores que optaram a participar, apontou ótimo desempenho dos jovens policiais que tem efetivado maior segurança a mais populosa cidade da região. O Ronda tem apenas 5 meses de atuação na cidade.

O leitor poderia optar por uma das cinco opções disponíveis no site, sendo boa, regular, ótima, ruim ou péssima. Na avaliação das três opções positivas como ótima, boa e regular, a aprovação chegou aos 70,3%, sendo o resultado final avaliado como ótima. Nos quesitos negativos como ruim e péssimo, a desaprovação tem apenas 29,7%, sendo o resultado final avaliado como ruim.

Como foi avaliado

Avaliamos nesta etapa dois quesitos como positivo e negativo, no primeiro existiam três opções, ótima, boa e regular, no segundo apenas ruim e péssimo. Na primeira contabilidade foi baseada no seguinte critério: Regular de 0% a 33,33%, bom de 33,34% a 66,66% e ótima de 66,67% a 100%, verifique que a soma dos três foi de 70,3%, ou seja, dentro da casa de ótimo. No critério negativo existiam duas opções que foram contabilizadas baseadas em ruim de 0% a 50% e péssimo de 51% a 100%, observe que ficou na casa de ruim com apenas 29,7%, de rejeição.

Resultado direto

Boa: 27.7%

Ótima: 27.1%

Péssima: 17%

Regular: 15.5%

Ruim: 12.8%

Fique por dentro

Contatos do Ronda do Quarteirão em Quixadá

(88) 3445-1243
Bairros de atuação: Centro – Alto São Francisco -Campo Velho – Triângulo – Baviera- Jardim dos Monólitos
(88) 3445-1242

Planalto Universitário – São João  - Combate –Carascal I e II - Lagoa – Rodovária
(88) 3445-4444

Boto - Campo Novo - Putiú – Nova Jerusalém- Cohab – Monte Alegre –Curicaca

 


Matérias Relacionadas
Como você avalia a atuação do Ronda em Quixadá?

População de Quixadá contempla redução da violência após o advento do ronda do quarteirão
Governo lança Ronda do Quarteirão em Quixadá

 

 

 

   

Os donos da rua de Quixadá

Opinião do leitor

menores_trabalhando_em_Quixada2Dias desses por volta das 8 horas da manhã ao chegar em minha clínica me deparei com um fato inóspito, estavam ali três crianças, provavelmente com idades entre 7 e 12 anos, embaixo de uma árvore que faz sombra a carros e animais a esperar o tempo passar. Foi então que por volta das 14 horas, era este dia sábado, ao sair do trabalho vi um Senhor e um jovem maior a conversar como se exigisse trabalho daquelas que estavam aguardando o tempo passar, foi tão somente que compreendi que àquele era o “dono da rua”, tinha o mesmo colocado seres indefesos que deveriam brincar, estudar, ..., enfim fazer coisas de crianças, para  extorquir cidadão que estacionam seus carros em via pública.

Ontem, 28 de agosto, novamente me deparei com os garotos bem aqui próximo entre as ruas Rodrigues Júnior e José Maria, me oferecendo um papelão para proteger do sol meu carro ao tempo que também o protegeriam de aranhões e outros fatos inesperados. Foi então que busquei o número do Conselho Tutelar, que no mínimo deveria funcionar 24 horas, porém, às 11 horas da manhã  encontrava-se desligado. O problema: sou cidadão, pago meus impostos como todo brasileiro, todos os dias o dinheiro de nós contribuintes que deveriam ser gastos com educação e inclusão social são surrupiados pelos políticos e seus familiares apaixonados pelo poder, e uma multidão de “donos das ruas”, sejam eles nas capitais ou cidades de médio porte como Quixadá, começam a imprimir sua marca de poder, daqui a alguns dias começarão ameaças e danos ao patrimônio; e pior, perderemos mais uma vez, mais uma geração de crianças e jovens para a prostituição, drogas e o crime.

Então pergunto, onde estão os poderes públicos constituídos? O que está fazendo a Secretaria de Promoção Social? Onde estão os projetos de escola cidadã que ocupariam as crianças com jogos e outros afazeres nas escolas nos fins de semana? Onde estão os pais dessas crianças que provavelmente recebem o bolsa escola ou fome zero? Por fim, onde está o Estado Democrático de Direito, “se ainda podemos dizer que existe nesse caos”, que não fiscaliza, que não exige moralidade da coisa pública na proteção dos cidadãos, que não impede que crianças sejam banidas da infância? Onde está?

No período de eleições muito se promete, mas na realidade pouco se faz depois. Políticos são defendidos por seus correligionários como “deuses”, apostam-se dinheiro como em corrida de cavalos, mas imprimir moralidade é outra coisa.  Por um futuro melhor precisamos refletir.

Dr. Gilmar de Oliveira Barros Silva
Fisioterapeuta

Especialista em Gestão de Sistemas e Serviços de Saúde
Mestre em Saúde Coletiva
As opiniões aqui expressas não necessariamente coincidem com a da Revista Central

 

Fique por dentro
Conselho Tutelar de Quixadá
Endereço: Terminal Rodoviário
Telefone: (88) 34144663






 

 

   

Tão barrado a Lei da Ficha Limpa

Opinião do leitor

Coluna Opinião do Leitor / Montagem Revista CentralSegundo a reportagem da jornalista Gisele Dutra editada no Jornal o Povo de ontem, 14 de agosto, depois de o Ceará contabilizar o maior número de candidatos barrados pela Lei do Ficha Limpa, lei de autoria popular que busca moralizar as eleições brasileira e barrar gente envolvida em corrupção e atos que não condizem com a vida e a gestão da coisa pública. O Estado do Ceará também protagonizou as duas primeiras liminares do Superior Tribunal Federal (STF) que garantiram aos candidatos Adler Girão, candidato a deputado federal pelo PR , e Francisco Leite Guimarães Nunes, o Nunes Neto, candidato a reeleição de deputado estadual pelo PMDB.

Neste artigo não nos deteremos sobre os motivos legais que levaram a suspensão dos impedimentos, discutiremos sim, que as responsáveis pela imprópria decisão foram as câmaras legislativas dos municípios, que geralmente discordam das decisões dos Tribunais de Contas Municipais (TCM), muitas vezes por motivos mais obscuros que técnicos. Vejamos se a maioria das câmaras brasileiras possui vereadores (as) que sequer terminaram o ensino médio, muitas vezes usam os mandatos para locarem parentes e correligionários políticos com subempregos ou mesmo trocam seu mandato popular por secretarias municipais, além de ser praxe do executivo mandar nas eleições de presidentes destas casas legislativas como acontece nas Assembléias Estaduais e na Câmara Federal e Senado, quem em seu juízo perfeito acreditaria em algum critério técnico para que haja aprovação de contas de Prefeitos, Governadores e até mesmo do Presidente da República.

   

Leitor: Quadra de esportes do Pólo de Lazer do Eurípedes em estado de abandono

Opinião do leitor

quadra_polo_lazerLeitor envia foto e faz comentário sobre o estado de abandono que encontra-se  a quadra de esportes no bairro Campo Velho, zona periférica da cidade, o leitor questiona que muitos jovens até buscam praticar esportes e se livrar das estatísticas da violência, mas é preciso investir na infraestrutura da unidade.

Confira o depoimento do leitor:

O leitor João Luiz, conhecido como Janjão, escreveu: “Ontem ao sair para jantar com minha esposa no pólo Grill, onde constatei um fato que me deixou muito triste: A situação de abandono que se encontra a quadra de esportes do pólo de lazer Eurípedes, me chamou atenção um grupo de jovens e alguns adultos que insistiam em tentar jogar futsal numa quadra quase tomada pelo mato e com iluminação em apenas um dos postes, que ainda faltava lâmpadas, isso me deixou transtornado.

O que custa fazer uma manutenção preventiva nesses poucos locais onde a juventude tem a opção de realizar uma atividade saudável? Será que é preciso um projeto de lei ou sei lá o que para capinar uma área ao redor da quadra e trocar as luzes dos refletores quando as mesmas queimam? Por que não existe uma política de utilização daquele espaço? Será que basta fazer obras sem proporcionar a devida estrutura de funcionamento?

O que vejo como cidadão e amante do esporte é um descaso com uma estrutura que poderia se bem usada  abrigar campeonatos e torneios que poderiam ser uma opção saudável de lazer aos jovens, como acontece em outros locais que já tive oportunidade de ver.

Nunca é demais lembrar que esses jovens que estavam “tentando” realizar uma atividade saudável poderiam muito bem está aumentando as estatísticas da violência e da prostituição”. em nossa cidade.


   

Leitora questiona colunista da Revista Central

Opinião do leitor

Opiniao_leitor_novoA leitora Amanda Teles Paiva, enviou por  e-mail o seu ponto de vista sobre um artigo publicado na coluna Política e Ação, assinada por Fábio de Oliveira

A mesma destaca, “Caro cidadão Fábio. Não quero questionar a sua opinião sobre a cidade ou mesmo sua antipatia com a atua gestão pública, como você mesmo coloca. Mas, discordo contigo quando você intitula uma matéria de uma cidade que está sem dono. Isso é extremamente arraigado do senso comum. Coisa que não deveria ter aqui num site de tamanho importância para a formação de opinião”, destaca a leitora

A leitora afirma que não conseguiu publicar o comentário em destaque e continua, “os donos e donas das cidades são os moradores e moradoras. Isso tem que estar claro e não um pequeno grupo de pessoas que administram a cidade. Já dizia Aristóteles: "A cidade é em letras MAIÚSCULAS o que os moradores são em letras minúsculas". Todas e todos somos responsáveis por qualquer processo histórico”, conclui.

No artigo “Quixadá desorganizada, maltratada e sem dono”, o colunista destacou: “é impressionante o despreparo dos gestores públicos de Quixadá para solucionar os vários problemas existentes no município, cabe ponderar que apesar das obras do Sanear que causam transtornos na cidade é gritante a falta de fiscalização dos órgãos responsáveis pelo controle urbano”.

O leitor Moacir Júnior, comentou a reportagem da Revista Central sobre as forma de atendimentos dos restaurantes e bares da cidade, o leitor destaca: “realmente, o atendimento nos estabelecimento de nossa cidade, deixa muitos fregueses constrangido, com o linguajar,(ex.MEu chapa,meu patrão,meu chefe,doutor.meu amor,meu querido etc.),todos precisam fazer um curso de relações humanas e melhorar o linguajar.O atendimento deve ser de forma respeitosa e com muita leveza no trato com todos, pois estão pagando e não pedindo favor”, enfatiza o leitor. Na mesma matéria o leitor Alexandre Gomes, vai além de cita o comentário afirmando que o maior culpado são os proprietários, “há dois dias atrás estava conversando sobre isso com minha namorada, não isso como assunto principal, mas envolvia. É um fato sim que vivemos em uma cidade de "comadre" e "cumpadre", não é à toa que temos esses tratamentos. Mas vem a pergunta, de quem é a culpa, do funcionário ou do empresário? Nessa situação acho que o grande culpado disso é o empresário, sim porque ele é o primeiro a fazer errado. Na nossa cidade os "empresários" precisam de capacitação,são eles que devem, inicialmente, fazer curso de relações humanas para depois cobrar alguma coisa de seus funcionários. A começar com o tratamento com o funcionário que o trata como um empregado da escravatura, pagando mal e achando que isso é suficiente para tirar o couro do coitado. Mesmo com o crescimento da cidade, costumo dizer que em Quixadá não existe empresários e sim donos de "bodega". Quem nunca passou o constrangimento de ver o patrão discutindo com o funcionário? Os funcionários passam a ser, então, reflexo do patrão. Se esses donos de "bodega" tivessem visão empreendedora nosso atendimento comercial seria outro”, comenta

A coluna Opinião do leitor visa destacar aqueles comentários que tiveram maior destaque. Qualquer artigo o leitor pode enviar para a nossa redação: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .


   

Página 1 de 4

© 2009-2010 Copyright Revista Central. Todos os direitos reservados. Reprodução do conteúdo desta página só com autorização. Desenvolvido por Usina do Site. Faça seu site com a gente.